07 junho 2008

Percurso Reserva Ornitológica do Mindelo

A reserva Ornitológica do Mindelo foi a primeira área protegida instituída em Portugal, em 1957. Situa-se entre o Mindelo e o Rio Ave e tem uma área de 600 ha.

É um importante local de observação de aves, tendo sido recenseadas153 espécies.

Nos últimos anos tem vindo a sofrer algumas pressões por parte da acelerada urbanização e, portanto, é visível uma certa degradação dos habitats.

A caminhada tem ínicio na entrada principal da reserva que é na praia do Areal na Árvore. Todo o percurso é dentro da reserva onde se irá passar por zonas agrícolas, zonas com vegetação dunar, um pinhal e podem-se observar várias espécies de aves.

Esta é uma óptima altura para a observação de aves já que alguns ninhos têm as suas crias a darem os primeiros vôos.


Grau de dificuldade: muito fácil.

Âmbito do percurso: ecológico.

Percurso: circular.

Duração: 2 horas.


Inscrições: 913056941

18 abril 2008

Bonsai, essas pequeninas árvores

"Bonsai é uma árvore ou arbusto que se cultiva numa bandeja ou vaso. Raramente ultrapassa uma altura de 70cms, dando-nos a impressão que estamos a ver uma árvore tal qual se vê na Natureza, mas em miniatura. O Bonsai é uma expressão de harmonia entre Céu e Terra, Natureza e Homem." Escreveu-nos Blandino.
"Não sei... nem sou muito dessas coisas, mas quando olho para elas parecem-me pequenos altares, transmitem-me paz." Disse-nos durante um breve encontro.
Ao longo de uma pequena conversa procuraremos desvendar alguns segredos que fazem com que estas pequeninas árvores encantem um jovem rapaz da cidade do Porto.

primeiros passos

data: 18.Abril.2008
horário: 18h00
evento: Semear.te - à procura de uma dinâmica
divulgação em tom de diálogo
facilitador: Susana Correia
apoios: Gato Vádio
local: Gato Vádio - Rua Rosário 281; Porto

data: 19.Abril.2008
horário: 21h30
evento:
O Ser Clown - clown na arte, clown na vida
palestra em tom de diálogo
facilitador: Jorge Pacheco
apoios: Ni Tuo
local: Ni Tuo - Rua da Fervença, 161 A; Vila Nova de Gaia (perto das estações de General Torres)


data: 20.Abril.2008;
horário: 11h00
evento:
Do barro se cria... - encontro à volta do barro
experiências em tom de diálogo
facilitador: Rui Macedo (RuMa)
URL:
www.semeartenoporto.blogspot.com
local: Chapim Azul - Rua da Torrinha, 113 r/c; Porto


data: 20.Abril.2008
horário: 18h00
evento:
Bonsai, essas pequeninas árvores...
palestra em tom de diálogo
facilitador: Blandino
apoios: Rota do Chá
URL:
www.semeartenoporto.blogspot.com
local: Rota do Chá (salinhas ao fundo do quintal) - Rua Miguel Bombarda, 457; Porto

Semear.te e a permacultura

O Projecto “Semear ▪ te” tem como referência primeira o conceito de permacultura – uma tentativa de se criar, em termos universais, um novo “Jardim do Éden”, tal como nos sugere Bill Mollison. Um lugar fecundo - de vida plena - cheio de árvores e de frutos, com abundância de alimentos, e água... Simbolizado pela Árvore da Vida.

A permacultura surgiu em1970, na Austrália, com Bill Mollison e David Holmgren – seus criadores – como sendo “um sistema evolutivo integrado de espécies vegetais e animais perenes e úteis ao homem”. Desde então, as práticas da permacultura estenderam-se à dimensão do Globo, implicando-se na evolução do próprio conceito. Hoje, é encarado como um método holístico de planear sistemas ambientes – jardins, vilas, aldeias e comunidades – sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis. Trata-se, pois, de um planeamento sistémico – ligado à terra, como fonte de vida –, em que se contemplam, colocando-se em jogo de modo integrado, aspectos éticos, socioeconómicos e do ambiente.
Ao integrar estas várias dimensões – éticas, sociais e económicas e de ambiente – nos planos de (re)ordenamento daqueles lugares, na perspectiva de rendibilização do ambiente sem o seu prejuízo, as práticas da permacultura ficam indissociavelmente ligadas ao desenvolvimento sustentável.
Assim, o Projecto “Semear ▪ te” apresenta duas vertentes formativas/ educativas recorrentes:
- Educação para o ambiente;
- Educação para o desenvolvimento sustentável.
Tem em vista experiências de jardinagem – manuseamento da terra de um jardim – enquadradas numa perspectiva artística.

16 abril 2008

Semear.te e o Porto - a cidade que o acolhe

Imaginando uma cidade sustentada – para o Porto – começámos este nosso projecto, olhando as suas ruas e as suas casas. E vislumbrámos, neste tecido arquitectónico urbano, os seus quintais – noutras épocas construídos e usados e, hoje, quantas vezes, em desuso – escondidos por detrás de fachadas do Porto antigo.
Quintais de terra fértil povoados de gatos dóceis e cães de companhia, de insectos efémeros e de pombos-domésticos onde, outrora, se misturavam, com maior ou menor organização, canteiros de flores – violetas e gladíolos; jarros e hortênsias – com frisos de terra escavada destinados a produtos hortícolas – aos tomateiros e pimenteiros; à couve galega e à salsa...
Num dos recantos desses quintais dispostos ao sol, o limoeiro, habitualmente; e os vasos, a treparem pelas prateleiras de madeira, onde o nosso olhar recaía sobre uma grande variedade de folhas – verdes ou matizadas – de begónia; de avencas ou de fetos...
As videiras ou as glicínias a recobrir o tanque. O galinheiro, ao fundo...
E quase sempre, em destaque, a camélia – a árvore japónica, tanto ao gosto dos portuenses...
Nos bairros ou em ruas modestas, as casas baixas. Um pequeno jardim à frente enfeitado de roseiras – rosas grandes e vistosas; e as pequenitas rosinhas-de-toucar –; as cravelinas e os arbustos; as trepadeiras. E também, por vezes, as couves, o feijoal e as ervas aromáticas. E as laranjeiras com frutos doces... Atrás, ainda, poderia haver um pequeno quintal ou um pátio recortado por canteiros ou adornado com vasos com plantas.
Quintais e jardins bem organizados ou aparentemente caóticos – mas sempre tendo presente o sentido do útil e do agradável, à medida de quem nessas casas habitava. Porque os seus elementos naturais se conjugavam na perfeição e interagiam habilmente, tornavam-se produtivos e proporcionavam momentos de lazer. Eram lugar de desfrute da natureza e de ocupação, física e emocional.

Tertúlias Dinâmicas

A mudança de épocas que actualmente vivemos é um período que exige uma profunda reflexão acerca das dinâmicas de mudança que estão em curso. A compreensão do fenómeno a que todos estamos globalmente sujeitos, por um lado, e a procura de abordagens diferentes à resolução destes desafios inevitáveis são o mote para uma chamada de participação activa. A discussão de factos, tendências, opiniões, conhecimentos, visões e todas as ideias relacionadas com o tema são benvindas no âmbito dos serões de Tertúlias Dinâmicas que o projecto Semear.te promove. Contamos com a sua participação assim que a agenda estiver definida - Até lá...boas reflexões!

Caminhada - 19 Abril 2008 - adiada por vontade do S. Pedro

Não perca a caminhada realizada em 19 de Abril de 2008.

No dia 19 de Abril de 2008 vai realizar-se uma caminhada para desfrutar do ambiente nas belas zonas naturais que o Norte de Portugal oferece. Não perca. Participe. Comente este artigo caso pretenda inscrever-se.